sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
4ª NOITE DO NOEL - EM LAGOA FORMOSA
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| 4ª noite do noel |
PRIMEIRO LOTE DE CONVITES JÁ A VENDA:
INTEIRA R$ 20.00 / MEIA R$ 10.00 ÁREA VIP OPEN BAR R$ 40.00
PATOS DE MINAS: * Velho Oeste * Cantina do Unipam * RR Renato Representações
LAGOA FORMOSA: * Maria Célia Calçados * Cine Master Vídeo Locadora
PRESIDENTE OLEGÁRIO: * CDT Celular
CARMO DO PARANAÍBA: * CDT Celular
Info: 9955 7376 / 9192 3328 / 9929 3600
terça-feira, 25 de novembro de 2008
NATAL SOLIDARIO DA MODULO
01) João Neto e Frederico
02) Marco e Mário
03) Nelson e Davi
04) Emílio e Eduardo
05) Denílson e Danniel
06) Erick e Deylon
07) Carlos e Jader
08) Erick e Leo
09) Júnior e Rogério
10) Diego e Ramon
11) Emerson e Rodrigo
12) Paulo e Júnior
13) Adalto e Adriano (de Patrocínio)
14) Dener e Fernando (de Patrocínio)
15) Jorge Henrique e Daniel
16)Jefferson e Rafael
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
PESCAR É BAO DESDE QUE SEJA PEIXE
20.11.2008
Pescador decide vender droga para aumentar a renda familiar e acaba preso
Um pescador de São Gonçalo do Abaeté foi preso na noite desta quarta-feira (19) acusado de comercializar drogas. Com ele os policiais militares encontraram mais de 20 pedras de crack e embrulhos de maconha. O homem de 58 anos confessou que estava vendendo droga para aumentar a renda familiar.
Os policiais chegaram até José Paulo depois de uma denúncia anônima. A informação era de que ele estaria comercializando drogas. As informações se confirmaram quando os policiais encontraram 20 pedras de crack com o pescador. Na casa dele, os militares encontraram mais 30 pedras embaladas para a venda.
Ao confessar que vendia drogas o pescador surpreendeu dizendo que selecionava seus clientes. José Paulo disse que não vendia crack nem para mulheres grávidas e nem para crianças. De qualquer forma, ele foi preso pela comercialização de crack e maconha e indiciado por tráfico de drogas.
Veja o álbum de fotos
Autor: Mauricio Rocha
fonte:www.patoshoje.com.br
Pescador decide vender droga para aumentar a renda familiar e acaba preso
Um pescador de São Gonçalo do Abaeté foi preso na noite desta quarta-feira (19) acusado de comercializar drogas. Com ele os policiais militares encontraram mais de 20 pedras de crack e embrulhos de maconha. O homem de 58 anos confessou que estava vendendo droga para aumentar a renda familiar.
Os policiais chegaram até José Paulo depois de uma denúncia anônima. A informação era de que ele estaria comercializando drogas. As informações se confirmaram quando os policiais encontraram 20 pedras de crack com o pescador. Na casa dele, os militares encontraram mais 30 pedras embaladas para a venda.
Ao confessar que vendia drogas o pescador surpreendeu dizendo que selecionava seus clientes. José Paulo disse que não vendia crack nem para mulheres grávidas e nem para crianças. De qualquer forma, ele foi preso pela comercialização de crack e maconha e indiciado por tráfico de drogas.
Veja o álbum de fotos
Autor: Mauricio Rocha
fonte:www.patoshoje.com.br
terça-feira, 18 de novembro de 2008
PARAGUAI=PRISÃO
18.11.2008
Dupla é presa com mais de 30 mil reais em produtos contrabandeados
Duas pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (18) em Patos de Minas com mais de R$ 30 mil em produtos contrabandeados. Fábio dos Reis Oliveira, de 25 anos e Luciano da Silva Ribeiro, de 33 anos, foram abordados pela Polícia Militar Rodoviária quando passavam de frente à Companhia na MGT 354.
No porta-malas e no banco traseiro do veículo de Lagoa Formosa, os policiais encontraram cerca de 60 máquinas fotográficas e filmadoras digitais, dois computadores portáteis e diversos equipamentos eletroeletrônicos. De acordo com o sargento Pacheco, da Polícia Militar Rodoviária, o material seria levado para Brasília para ser comercializado em uma feira.
Fábio e Luciano confessaram que adquiriram os equipamentos no Paraguai e disseram que tudo tem nota fiscal, mas os documentos não foram apresentados. Por isso a dupla foi presa e teve o material apreendido. A ocorrência deverá ser encaminhada para a Polícia Federal.
utor: Mauricio Rocha
FONTE: http://www.patoshoje.com.br
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
DESCUBRA PNL:PROGRAMAÇAO NEUROLINGUISTICA
O Mapa e suas ReaçõesAutor:
Rodrigo Zambon
Partindo do pressuposto de que o Mapa não é o Território, podemos compreender com mais clareza as diferenças existentes entre os seres humanos. Cada ser reage de forma única e individual as diversas experiências navegadas pela vida. A busca constante pela harmonia esbarra na imposição que fazemos do nosso modelo de mundo. Optamos na maioria das vezes por julgar o outro baseado em nosso modelo. O ideal nestes casos é aceitar e validar o modelo do outro, percorrendo um caminho paralelo, moldando-o de acordo com sua vivência à solução.Uma mesma experiência é assimilada em diferentes aspectos. Somos capazes de filtrá-la de acordo com nossas crenças e valores adquiridos ao longo de nossa existência. Um fato nunca será interpretado de forma igual por duas pessoas. Da mesma forma somos tentados a fantasiar o que se passa, ou como o outro interpreta tal fato. Na Programação Neurolinguística isso se chama leitura de mente. Imaginamos saber como o outro processa e até mesmo no que ele está pensando em determinado contexto. Isso nos leva a conclusões errôneas e desastrosas do comportamento alheio.A partir disso podemos compreender um pouco mais como as diferenças podem afetar os relacionamentos amorosos. Nem sempre o que projetamos no outro vai acontecer da nossa maneira. No início tudo parece se completar. As coisas acontecem com mais facilidade, a tolerância parece ser maior, perdoa-se mais, ria-se muito e as intenções são as melhores. Com o passar do tempo, isso tudo vai se esgotando. No princípio conhecemos pouco o ser amado, por muitas vezes achamos que o Mapa é o Território e não nos preocupamos em questionar. Com o tempo, mais experiências acontecem, são trocadas, assimiladas, fatos vem à tona e as vicissitudes da vida nos levam a caminhos muitas vezes desconhecidos. Será que estamos preparados para as mudanças que ocorrem? A maturidade é a ideal? O casal sempre em harmonia demanda muita conversa e energia. Energia essa que nem sempre temos disponível, muitas vezes sugada pelo trabalho, pelo estresse e por outros artifícios que nos deixam fracos e sem expectativas.Concordar nem sempre é sinal que a ecologia interna está congruente, agradar e não manifestar opinião pode ser desgastante. Essa contradição entre a fisiologia e o estado interno muitas vezes não é percebida, e por conveniência aceitamos sem nos preocupar com o outro. Esse comportamento se não revisto pode se tornar um hábito e a importância que dávamos diminuirá com o passar dos anos. No inicio conhecemos pouco um do outro, e nessa fase o diálogo e fundamental para entendermos que o Mapa não é o território e caso não seja objetivo de ambos, sofrer menos no princípio a sofrer demais no futuro.O encantamento inicial, a projeção futura que fazemos aos poucos vai se adequando a realidade cotidiana. As máscaras caem, os desejos de modificam, as intempéries causam a fadiga conjugal. Com o passar do tempo vamos descobrindo com quem realmente estamos lidando e se as descobertas forem boas, a relação perdura. Caso isso não aconteça buscamos fazer um novo filme. Estamos em busca do que nos falta. Precisamos buscar no outro algo que nos complete e nos torne um ser melhor, para isso devemos dar o devido valor e respeitar o modelo de mundo do outro."Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
Partindo do pressuposto de que o Mapa não é o Território, podemos compreender com mais clareza as diferenças existentes entre os seres humanos. Cada ser reage de forma única e individual as diversas experiências navegadas pela vida. A busca constante pela harmonia esbarra na imposição que fazemos do nosso modelo de mundo. Optamos na maioria das vezes por julgar o outro baseado em nosso modelo. O ideal nestes casos é aceitar e validar o modelo do outro, percorrendo um caminho paralelo, moldando-o de acordo com sua vivência à solução.Uma mesma experiência é assimilada em diferentes aspectos. Somos capazes de filtrá-la de acordo com nossas crenças e valores adquiridos ao longo de nossa existência. Um fato nunca será interpretado de forma igual por duas pessoas. Da mesma forma somos tentados a fantasiar o que se passa, ou como o outro interpreta tal fato. Na Programação Neurolinguística isso se chama leitura de mente. Imaginamos saber como o outro processa e até mesmo no que ele está pensando em determinado contexto. Isso nos leva a conclusões errôneas e desastrosas do comportamento alheio.A partir disso podemos compreender um pouco mais como as diferenças podem afetar os relacionamentos amorosos. Nem sempre o que projetamos no outro vai acontecer da nossa maneira. No início tudo parece se completar. As coisas acontecem com mais facilidade, a tolerância parece ser maior, perdoa-se mais, ria-se muito e as intenções são as melhores. Com o passar do tempo, isso tudo vai se esgotando. No princípio conhecemos pouco o ser amado, por muitas vezes achamos que o Mapa é o Território e não nos preocupamos em questionar. Com o tempo, mais experiências acontecem, são trocadas, assimiladas, fatos vem à tona e as vicissitudes da vida nos levam a caminhos muitas vezes desconhecidos. Será que estamos preparados para as mudanças que ocorrem? A maturidade é a ideal? O casal sempre em harmonia demanda muita conversa e energia. Energia essa que nem sempre temos disponível, muitas vezes sugada pelo trabalho, pelo estresse e por outros artifícios que nos deixam fracos e sem expectativas.Concordar nem sempre é sinal que a ecologia interna está congruente, agradar e não manifestar opinião pode ser desgastante. Essa contradição entre a fisiologia e o estado interno muitas vezes não é percebida, e por conveniência aceitamos sem nos preocupar com o outro. Esse comportamento se não revisto pode se tornar um hábito e a importância que dávamos diminuirá com o passar dos anos. No inicio conhecemos pouco um do outro, e nessa fase o diálogo e fundamental para entendermos que o Mapa não é o território e caso não seja objetivo de ambos, sofrer menos no princípio a sofrer demais no futuro.O encantamento inicial, a projeção futura que fazemos aos poucos vai se adequando a realidade cotidiana. As máscaras caem, os desejos de modificam, as intempéries causam a fadiga conjugal. Com o passar do tempo vamos descobrindo com quem realmente estamos lidando e se as descobertas forem boas, a relação perdura. Caso isso não aconteça buscamos fazer um novo filme. Estamos em busca do que nos falta. Precisamos buscar no outro algo que nos complete e nos torne um ser melhor, para isso devemos dar o devido valor e respeitar o modelo de mundo do outro."Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
"Sobre o AutorRodrigo Zambon é Trainer em Programação Neurolingüística. Gestor do Site Descubra PNL.Referencia: Descubra PNL
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Capacete de US$ 80 mil é destaque em feira de realidade virtual
function abre(url,janela,larg,alt,scroll){
if (!scroll) { scroll='auto' }
window.open(url,janela,"toolbar=no,location=no,directories=no,status=no,menubar=no,scrollbars="+scroll+",resizable=no,copyhistory=no,width="+larg+",height="+alt);
}
Reuters
O capacete tem 120 graus de visão 3D
anuncioCentroDireitaPequeno.mostra();
Diversas tecnologias de realidade virtual foram apresentadas na Industrial Virtual Reality Expo 2008, feira especializada que acontece em Tóquio. As novidades incluem sistemas que captam movimentos, projetores 3D e capacetes para simulação tridimensional.
Um dos destaques da feira é um capacete que usa tecnologia de projeção para simular uma realidade tridimensional. O Virtual-Eye tem definição de 5.9 megapixels e 120 graus de visão 3D. O aparelho pesa 2,4 quilos e possui air-bags internos que o tornam mais confortável para o usuário. A fabricante Crescent cobra US$ 80 mil pelo capacete.
Sistemas que captam movimentos também foram apresentados na feira. O moven, da fabricante Xsens, é capaz de capturar o movimento de um corpo e transmiti-lo sem fio para um PC, onde o movimento completo é visualizado.
Outro sistema de realidade virtual em três dimensões é o HoloStage-Mini, da fabricante Christie. Um ambiente simulado por computador é visto pelos óculos eletrônicos do usuário, com quem pode interagir.
Esta é a 16ª edição da feira Industrial Virtual Reality Expo 2008, que acontece anualmente em Tóquio.
Redação Terra
if (!scroll) { scroll='auto' }
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Reuters
O capacete tem 120 graus de visão 3D
anuncioCentroDireitaPequeno.mostra();
Diversas tecnologias de realidade virtual foram apresentadas na Industrial Virtual Reality Expo 2008, feira especializada que acontece em Tóquio. As novidades incluem sistemas que captam movimentos, projetores 3D e capacetes para simulação tridimensional.
Um dos destaques da feira é um capacete que usa tecnologia de projeção para simular uma realidade tridimensional. O Virtual-Eye tem definição de 5.9 megapixels e 120 graus de visão 3D. O aparelho pesa 2,4 quilos e possui air-bags internos que o tornam mais confortável para o usuário. A fabricante Crescent cobra US$ 80 mil pelo capacete.
Sistemas que captam movimentos também foram apresentados na feira. O moven, da fabricante Xsens, é capaz de capturar o movimento de um corpo e transmiti-lo sem fio para um PC, onde o movimento completo é visualizado.
Outro sistema de realidade virtual em três dimensões é o HoloStage-Mini, da fabricante Christie. Um ambiente simulado por computador é visto pelos óculos eletrônicos do usuário, com quem pode interagir.
Esta é a 16ª edição da feira Industrial Virtual Reality Expo 2008, que acontece anualmente em Tóquio.
Redação Terra
domingo, 22 de junho de 2008
Viva e lucre ecologicamente
Mesmo sem sair de casa, você pode dar grande contribuição à preservação ambiental. Atitudes simples, que fazem parte do cotidiano de qualquer residência, podem ajudar a melhorar as condições de vida do planeta. II ma lata de alumínio para reciclar aqui, uma lâmpada apagada ali, a energia do Sol para aquecer água e um pouco de autocontrole embaixo do chuveiro acabam fazendo muita diferença. Dá até para medir o tamanho dos benefícios na ponta do lápis ou na calculadora. Imagine que 1milhão de famílias venham a reduzir de doze para seis minutos o tempo médio gasto em cada banho diário, por exemplo. A energia economizada só com essa atitude seria equivalente à produção de uma usina nuclear como Angra i, que tem capacidade para gerar 600 megawats. Cada pessoa envolvida nessa cadeia de poupança natural economiza energia suficiente para manter uma lâmpada acesa por sete horas.
Claro que boa parte dos brasileiros já aprendeu isso, meio à força, recentemente. A crise no setor elétrico mostrou que os recursos naturais são tinidos e têm de ser usados racionalmente. Mas muita gente ainda tem dificuldade de entender que é mau negócio lavar o carro com água tratada e que aquele lixo que sai de casa vai acabar, na melhor das hipóteses, num aterro sanitário, que um dia se tornará um problema para a geração de seus netos,
Não é preciso ser um chato para viver de maneira ecologicamente correta. Menos do que denunciar os grandes desperdícios, a prática consiste em estar atento a pequenos detalhes. Na hora de comprar um eletrodoméstico, por exemplo. é importante verificar se ele foi atestado pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica. Se tem o selo Procel, o aparelho está em conformidade com esse programa. Geladeira e chuveiro elétrico são responsáveis. em média, por até 30% da conta de energia de uma residência. Cada um. O selo garante boa redução desse consumo.
O uso racional de água potável ainda é uma causa menos popular que a economia de energia, mas não menos importante. Calcule: se 21 pessoas mantiverem as torneiras fechadas enquanto escovam os dentes, elas economizarão 122 litros de água. Uma boa reserva para um país que ainda registra mais de vinte mortes de crianças diariamente por falta de saneamento. Da mesma forma, a mera substituição do esguicho pela vassoura na hora de limpar o quintal e a calçada permite economizar até 280 litros de água numa única tacada. Nas casas mais modestas, isso é mais do que cabe na caixa-d\'água. Uma torneira pingando pode deixar escoar 150 litros de água a cada 24 horas - o suficiente para matar a sede de uma pessoa por dois meses e meio, pelo menos.
Separar o lixo para reciclagem também é fácil. Se houver participação dos vizinhos do condomínio, melhor ainda. São muito poucas as cidades em que as prefeituras realizam a coleta seletiva, mas quem quer ajudar a natureza sempre encontra associações de catadores de papel, grupos ecológicos ou mesmo empresas que se interessam em receber o lixo reaproveitável. Estão se tornando comuns, por exemplo, os supermercados que recebem embalagens plásticas e latinhas de alumínio e dão
em troca cupons de desconto ou para ser doados a instituições beneficentes. Basta passar uma água e guardar as vasilhas usadas até o dia de ir às compras.
Para quem gosta de argumentos econômicos, é bom saber que a reciclagem de uma única latinha de alumínio propicia economia de energia suficiente para manter uma geladeira ligada por quase dez horas. Numa conta semelhante, cada quilo de vidro reutilizado evita a extração de 6,6 quilos de areia, prática com alto impacto ambienta!. Portanto, mais que uma filosofia de vida, o reaproveitamento pode ser um negócio que ajuda todo mundo a poupar, no fim das contas, dinheiro. De outro lado, quem recicla ajuda a diminuir a montanha de 200000 toneladas de lixo produzida diariamente no país. Quase 90% desse material é deixado a céu aberto ou depositado em aterros irregulares. Levando ainda mais a sério o critério de economia, podem-se usar menos embalagens e controlar também o consumo de papel. para ficar apenas em dois exemplos. Cada tonelada de papel poupada preserva vinte eucaliptos.
É claro que, no orçamento de uma família de classe média, poucas atitudes ecológicas produzem economia entusiasmaste como o uso de gás no automóvel, em vez da gasolina. Mas uma olhada para outro degrau social mostra que, para muitos brasileiros, a reciclagem já é fonte de sobrevivência. Em apenas uma cooperativa de São Paulo, uma dúzia de participantes ganha 250 reais por mês coletando e processando material um dinheiro que, antes, ia para o lixo.
Fonte: Revista Veja
Claro que boa parte dos brasileiros já aprendeu isso, meio à força, recentemente. A crise no setor elétrico mostrou que os recursos naturais são tinidos e têm de ser usados racionalmente. Mas muita gente ainda tem dificuldade de entender que é mau negócio lavar o carro com água tratada e que aquele lixo que sai de casa vai acabar, na melhor das hipóteses, num aterro sanitário, que um dia se tornará um problema para a geração de seus netos,
Não é preciso ser um chato para viver de maneira ecologicamente correta. Menos do que denunciar os grandes desperdícios, a prática consiste em estar atento a pequenos detalhes. Na hora de comprar um eletrodoméstico, por exemplo. é importante verificar se ele foi atestado pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica. Se tem o selo Procel, o aparelho está em conformidade com esse programa. Geladeira e chuveiro elétrico são responsáveis. em média, por até 30% da conta de energia de uma residência. Cada um. O selo garante boa redução desse consumo.
O uso racional de água potável ainda é uma causa menos popular que a economia de energia, mas não menos importante. Calcule: se 21 pessoas mantiverem as torneiras fechadas enquanto escovam os dentes, elas economizarão 122 litros de água. Uma boa reserva para um país que ainda registra mais de vinte mortes de crianças diariamente por falta de saneamento. Da mesma forma, a mera substituição do esguicho pela vassoura na hora de limpar o quintal e a calçada permite economizar até 280 litros de água numa única tacada. Nas casas mais modestas, isso é mais do que cabe na caixa-d\'água. Uma torneira pingando pode deixar escoar 150 litros de água a cada 24 horas - o suficiente para matar a sede de uma pessoa por dois meses e meio, pelo menos.
Separar o lixo para reciclagem também é fácil. Se houver participação dos vizinhos do condomínio, melhor ainda. São muito poucas as cidades em que as prefeituras realizam a coleta seletiva, mas quem quer ajudar a natureza sempre encontra associações de catadores de papel, grupos ecológicos ou mesmo empresas que se interessam em receber o lixo reaproveitável. Estão se tornando comuns, por exemplo, os supermercados que recebem embalagens plásticas e latinhas de alumínio e dão
em troca cupons de desconto ou para ser doados a instituições beneficentes. Basta passar uma água e guardar as vasilhas usadas até o dia de ir às compras.
Para quem gosta de argumentos econômicos, é bom saber que a reciclagem de uma única latinha de alumínio propicia economia de energia suficiente para manter uma geladeira ligada por quase dez horas. Numa conta semelhante, cada quilo de vidro reutilizado evita a extração de 6,6 quilos de areia, prática com alto impacto ambienta!. Portanto, mais que uma filosofia de vida, o reaproveitamento pode ser um negócio que ajuda todo mundo a poupar, no fim das contas, dinheiro. De outro lado, quem recicla ajuda a diminuir a montanha de 200000 toneladas de lixo produzida diariamente no país. Quase 90% desse material é deixado a céu aberto ou depositado em aterros irregulares. Levando ainda mais a sério o critério de economia, podem-se usar menos embalagens e controlar também o consumo de papel. para ficar apenas em dois exemplos. Cada tonelada de papel poupada preserva vinte eucaliptos.
É claro que, no orçamento de uma família de classe média, poucas atitudes ecológicas produzem economia entusiasmaste como o uso de gás no automóvel, em vez da gasolina. Mas uma olhada para outro degrau social mostra que, para muitos brasileiros, a reciclagem já é fonte de sobrevivência. Em apenas uma cooperativa de São Paulo, uma dúzia de participantes ganha 250 reais por mês coletando e processando material um dinheiro que, antes, ia para o lixo.
Fonte: Revista Veja
sábado, 21 de junho de 2008
Bolo de Coco Cremoso
Ingredientes para a Massa
3 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
100 g de margarina
1 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
Ingredientes para a Cobertura
1 vidro de leite de coco
1 pacote de coco ralado
1/2 xícara (chá) de leite
1/2 xícara (chá) de açúcar
Modo de Preparo
• Aqueça o forno a 200ºC.
• Bata no processador todos os ingredientes, despeje em uma fôrma untada com margarina e esfarinhada de 32 x 25 cm e leve ao forno até dourar. No liquidificador bata todos os ingredientes menos a farinha e o fermento.Despeje em uma tigela e misture a farinha com o fermento.
• Desenforme o bolo em uma bandeja, com uma faca faça furos em todo o bolo. Misture todos os ingredientes da cobertura e espalhe sobre o bolo.
• Sirva em temperatura ambiente ou gelado também fica uma delícia.
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