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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

14/12/11-Contrato foi assinado para construção do campus da UFU


Em clima de absoluta festa, com fogos e música da Banda da 10ª Região da Polícia Militar de Minas Gerais, foi assinado no final da tarde da terça-feira (13) o contrato envolvendo a Universidade Federal de Uberlândia e a empresa Açomont (vencedora da licitação) para construção do Campus da instituição no Município de Patos de Minas. DE acordo com o contrato assinado, a obra deve iniciar imediatamente e o término até o ano de 2013.

A obra terá um custo final de R$ 14.583.000,00 e deverá ser concretizada dentro de um prazo de 14 meses, de acordo com explicações do Sr. Tiago Gomes de Melo, da empresa vencedora da licitação. A construção terá 4 pavimentos e um tamanho de 4855m². Todos os recursos já estão assegurados pelo Governo Federal. A empresa deu garantias que a mão de obra será exclusivamente de Patos de Minas e com total qualidade.
A Prefeita Béia Savassi enalteceu a conquista e os impactos no desenvolvimento para Patos de Minas nos próximos anos.
O Reitor da UFU, Sr. Alfredo Júlio, destacou a importância da obra para Patos de Minas, os seus benefícios e garantiu que já irá pedir novos cursos para Patos de Minas visando o ano de 2013.
Alfredo Júlio ainda negou qualquer concorrência com as universidades locais e até revelou o ótimo relacionamento com o Unipam, que ofereceu sua estrutura para as atividades da UFU. Uma possível transferência de alunos da UFU para o Campus do Unipam já deve acontecer no início de 2012, até que o Campus da UFU fique totalmente pronto.
A assinatura do contrato de construção foi prestigiada por um grande número de convidados e autoridades da cidade de Patos de Minas.
Autor: Lindomar Tavares.

Óptica Barros

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Telefones: (34)-3823-7397 e 3823-50-87


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

18/11/11-Esta mesma noticia foi veiculada em 2001 Vale a pena ler de novo

Salário extra é privilégio só dos deputados estaduais de Minas
Os 77 deputados estaduais de Minas Gerais estão entre os poucos do país a engordar o contracheque mensal participando de reuniões extraordinárias convocadas por eles mesmos. Levantamento feito pelo Estado de Minas mostra que, até o início deste ano, o benefício era pago também apenas nas Assembleias Legislativas do Amazonas, Goiás e Tocantins. Nos dois primeiros estados, ele já foi extinto. Em Tocantins ainda é discutido seu fim, mas na última reunião extraordinária, realizada no dia 13, os deputados estaduais já não foram remunerados. Lá, eles ganhavam R$ 774 por sessão.


O presidente da União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), deputado Alencar da Silveira Júnior (PDT-MG), admite que são poucas as Casas que mantêm o privilégio. Segundo levantamento enviado pela Unale, estão ainda entre as Assembleias que convocam sessões extraordinárias e pagam por elas as do Acre, Paraíba, Pernambuco e Rondônia, esta apenas se convocadas durante recesso parlamentar.

Em Minas, cada deputado recebe R$ 1.002,12. Como podem participar de até oito sessões por mês, o bônus extra dos mineiros pode alcançar a quantia de R$ 8.016,96 mensalmente, caso o deputado compareça a todas. Também conhecido como jeton, o bônus extraordinário é vinculado ao salário dos deputados. No caso da Assembleia de Minas, o valor corresponde à fração de um 30 avos do salário, acrescido de 50%. Somente este ano, em nove extraordinárias já realizadas, o custo foi de R$ 604.278,36. E detalhe: em oito delas a sessão foi encerrada antes por falta de quórum, ou seja, não havia deputados suficientes para continuar a reunião.

Para receber esses extras, os deputados votaram apenas dois requerimentos e cinco vetos do Executivo a leis aprovadas no Legislativo ano passado. Em uma delas, realizada no dia 5 deste mês, mesmo com a marcação de presença de 69 parlamentares, nada foi votado porque não havia o número mínimo de deputados no plenário. Em 15 de março, 67 presenças foram registradas, mas, durante a discussão de um veto, restavam menos que os 39 parlamentares necessários para votá-lo. Ao todo, nas nove reuniões extras, foram registradas 603 presenças. Em duas delas, ocorridas em março, 72 parlamentares estavam presentes no início.

PROJEÇÃO MILIONÁRIA 
Na legislatura passada, a Assembleia Legislativa destinou exatos R$ 15.056.400,42 para custear a realização de 364 reuniões extraordinárias. Como o valor naquela época era de R$ 619,20 por sessão, cada deputado embolsou, em média, a quantia de R$ 194 mil somente para bater o ponto em plenário e, muitas vezes, ir embora logo em seguida. Mas pelo andar da carruagem, a conta ao fim desta legislatura vai aumentar e muito, já que agora, com o reajuste de 61,8% nos salários, eles ganham R$ 1.002,12 por reunião, podendo chegar à incrível soma de R$ 28 milhões em dezembro de 2014, caso mantenham a performance da última legislatura. Dentro dessa projeção, cada deputado mineiro vai ganhar R$ 352.746,24 em quatro anos de mandato.

A justificativa apresentada pela Casa para a convocação de sessões extras é a necessidade de esgotar o número de reuniões para a discussão de um projeto, além de abrir mais espaço para os acalorados debates entre situação e oposição – o que acaba atrasando a votação de projetos. Para o esvaziamento depois do início da reunião, a alegação é que muitas vezes há acordo entre os parlamentares para encerrar a sessão em razão da falta de consenso em torno de algum projeto.
Veja a noticia que foi veiculada em 2001 pelo estado de minas.

Patos Dpvat

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

11/10/11-(Noticia Antiga)Governo usa indevidamente TAXA de incêndio


Taxa Incêndio é desviada em Minas GeraisEstado desvia dinheiro da taxa de incêndio, e diz que foi um erro !
Há anos Minas Gerais e Belo Horizonte vem sofrendo com a falta de estrutura e recursos para o combate a incêndios florestais, prédios e residências. Hoje o Estado registra mais de cem focos de queimadas florestais por dia, metade do dinheiro capitalizado da Taxa de Incêndio é usada para pagamento de pessoal.
A Secretaria de Meio Ambiente confirmou que o orçamento atual para o combate a incêndios florestais é de R$ 4 milhões. Mas a taxa de incêndio, cobrada anualmente das empresas instaladas em Minas Gerais, gera R$ 40 milhões por ano, ou seja, dez vezes mais, e, por lei, deve ser destinada para a compra de equipamentos para o Corpo de Bombeiros para todas as atividades, incluindo os incêndios em matas. O problema é que o dinheiro estava sendo usado para custear despesas totalmente diferentes.
Segundo o governo do Estado, o problema foi a publicação incorreta de um decreto. De acordo com o subsecretário de Tesouro de Minas Gerais, Eduardo Côdo, a correção desse erro já foi providênciada.
Moradores de condomínios, fazendas e sítios em áreas atingidas por incêndios florestais em Minas se revoltam com a falta de bombeiros. Eles já estudam até pedir uma indenização ao poder público. A Ordem dos Advogados do Brasil afirma que é possível:
A equipe do Valor Político procurou o Comando do Corpo de Bombeiros para solicitar explicações a cerca dos bens adquiridos até a presente data com a taxa de incêndio, e com o desvio dos recursos quais os bens que foram deixados de serem adquiridos.
Taxa Incêndio é desviada em Minas Gerais

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